quarta-feira, 21 de maio de 2008
quinta-feira, 8 de maio de 2008
A CIÊNCIA NÃO É UM “BICHO PAPÃO”
Desde o início da infância, cada um de nós pode observar uma extraordinária variedade de fenômenos, ou seja, de transformações, que ocorrem continuamente no ambiente em que vivemos. E tantas são as perguntas que cada um de nós é levado a se fazer, tantos são os "porquês" aos quais gostaríamos de poder dar umas respostas. Por que vemos nossa imagem refletida num espelho? Por que os objetos caem no chão? Por que um satélite não se precipita ao solo como uma pedra?
Procurar respostas para essas e para outras infinitas perguntas constitui uma necessidade instintiva que é tão antiga quanto o homem.
A Física (do grego φύσις (physiké), ‘natureza’) é a ciência que se propõe a descrever e a compreender os fenômenos que se desenvolvem na natureza. Ela não é um conjunto de conhecimentos completos e para sempre imutáveis; ao contrário, ela é algo que cresce e também se modifica. Constantemente surgem novos campos de estudo, e fenômenos que aparentavam ser independentes, sem qualquer relação entre si, passam a revelar-se como aspectos diferentes de um único fenômeno mais geral.
Originalmente, chamavam-se "físico" todos aqueles que se dedicavam ao estudo da natureza. Mais tarde, com o desenvolvimento do conhecimento, o campo de atuação subdividiu-se em várias partes, que se tornaram capítulos separados da Ciência. Assim, a Astronomia estuda os “corpos celestes”, a Biologia tem por objeto o estudo dos “seres vivos”, a Química estuda as “transformações das substâncias”, e assim por diante.
E a Física, mais precisamente, do que se ocupa? É difícil definir com precisão seu campo de ação, porque ela não tem contornos bem delimitados e se encontra em contínua evolução. Há algum tempo, dizia-se que a Física estudava os fenômenos da natureza não-viva, nos quais não houvesse grande participação dos aspectos químicos (que regem as transformações das substâncias) nem astronômicos (que dependem do movimento e das propriedades dos corpos celestes). Essa, porém é uma definição muito aproximada e um pouco simplista. O que caracteriza a Física não são tanto seus conteúdos, mas sim seu método, que se chama método experimental. Ele se baseia nas observações e nas experiências, e permite formular as leis físicas, habitualmente expressas por fórmulas matemáticas.
Tradicionalmente costuma-se dividi o estudo da Física em diversas partes:
A Mecânica, que estuda os fenômenos do movimento;
a Ondulatória, que estuda os fenômenos sonoros;
a Termologia, que estuda os fenômenos térmicos;
a Óptica, que estuda a natureza da luz e os fenômenos por ela produzidos;
a Eletricidade, que estuda os fenômenos elétricos e magnéticos;
a Física Atômica (também chamada de Física Moderna) e a Física subatômica, que , estudando o átomo, seu núcleo e o que se acredita serem os constituintes últimos do universo, levam o homem a analisar as estruturas mais íntimas da matéria e das radiações.
É necessário não esquecer que tal divisão é sugerida, antes de mais nada, por critérios práticos. Na realidade, interpretação de quase todos os fenômenos, intervêm várias partes da Física. Por exemplo, para entender como funciona a televisão é necessário recorrer ao Eletromagnetismo (as ondas captadas pela antena são constituídas por campos elétricos e magnéticos), à Física subatômica (são os elétrons que fazem surgir a imagem sobre a tela, à Óptica (o que vemos no televisor é o resultado da soma de três cores). Mas a lista pode continuar até envolver grande parte da Física.
Portanto, esta “Ciência”, que muitas vezes nos assusta, o nosso “Bicho Papão”, é na verdade algo que nos rodeia e que de uma forma bem “trabalhada”, bem “estudada” só tem a acrescentar em nossa vida.
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Intercâmbio de conhecimento
Ela veio de intercâmbio do Rotary Internacional para o Brasil e visitou a nossa escola para conhecer uma escola no Brasil.
Foi bastante proveitoso a visita, pois os alunos e professores puderam conhecer um pouco da cultura e de como são as escolas americanas.


Thank you teacher Emily.
segunda-feira, 28 de abril de 2008
SEMANA TEMATICA - Novas Tecnologias
quarta-feira, 23 de abril de 2008
A emoção de ser professor
para sair. Suas mentes estão dominadas por imagens de
sorvetes, bicicleta, a mangueira do jardim ou a piscina do clube, o
desenho animado japonês do final da tarde. Aí, a professora
começa a passar a lição de casa. Ou, simplesmente indica as
páginas do livro de exercícios que devem ser preenchidas até o dia
seguinte. A turma toda murcha na hora.
Surgem as opções:
vencer a preguiça pós-refeição e o chamado da rua. Geralmente, não
se consegue.
2)Ir se divertir, voltar à tardinha e fazer a lição. Isto é, depois do banho,
que fica melhor para pensar. Aí vem a hora do jantar. Depois tem
aquele programa legal na TV e... daqui a pouco, hora de ir para a cama.
no ônibus a caminho da escola ou na sala mesmo, naquele espaço de
tempo que a professora leva para atravessar a sala e dizer "bom dia".
Não me lembro de ter tido um pensamento positivo a respeito
do dever de casa, mas reconheço que ele me ensinou muito. E
a principal lição, vinda do fato de que a escola obrigava os pais
dos alunos a darem um visto na lição de casa, foi: se você quer
falsificar uma assinatura, treine antes. Nada de rabiscar direto no
precisa ser encarada assim por seus alunos. O primeiro passo
é explicar a eles porque eles devem fazer a tarefa de casa.
Eles precisam saber como aqueles exercícios irão trazer-lhes
benefícios, a importância deles na sua educação. Essas razões
incluem (mas não estão limitadas).
- Você estudará mais rapidamente para a prova e suas notas
serão possivelmente maiores.
- Caso surja alguma dúvida, o professor poderá ajudá-lo no
dia seguinte. Sem o dever de casa, a dúvida apareceria no
dia da prova. Desagradável, para dizer o mínimo.
- Vai ajudá-lo a aprender a administrar o tempo, algo que
você vai precisar na sua vida profissional.
- Vai aumentar seu poder de concentração e auto-disciplina.
- Vai ensiná-lo a trabalhar sozinho.
- Permite que o professor saiba exatamente como ele está
dando suas aulas, e pode melhorá-las.
Caso seu aluno tenha uma atitude negativa em relação ao
dever de casa, vai demorar mais para concluí-la. A atitude,
a maneira como um estudante vê uma tarefa é responsável
por 90% de seu esforço para completá-la. O que pode levar
a um outro problema.
Ora, se seu aluno fica se debatendo horas para terminar uma tarefa de
matemática, seus pais podem chegar à conclusão de que ele não leva
jeito para matemática, ou que o ensino da escola é fraco.
Problemas domésticos - Outro fator que pode prejudicar o
andamento do estudo em casa é aquilo que cerca seu aluno.
Existem inúmeras distrações, e o ambiente escolhido para
trabalhar pode não ser o mais adequado. Veja a seguir algumas
dicas para ajudá-lo a montar um pequeno escritório em sua casa.
- Tenha um local fixo somente para estudar. Este local, além
de ser livre de interupções, ajuda a "programar" a mente do
aluno: ele sabe que, toda a vez que for naquele canto, é hora
de estudar. Isso faz com que o estudo se desenvolva mais
rapidamente. Não é necessário destinar um cômodo da casa para
isso - basta um cantinho especial, bem iluminado e arejado. De
preferência, que não influa no resto da família. Por exemplo, a
mesa da cozinha parece ser um local adequado, a não ser que
seja disputado entre os livros do filho e a galinha que a mãe
(ou o pai, sejamos atuais) está preparando para a canja de logo mais.
- O horário é tão importante quanto o local. Ajude-os a estabelecer
uma rotina de estudos, escolhendo uma hora normalmente tranqüila
e na qual eles rendem mais para dedicar aos estudos domésticos.
E, algo que poucos sabem: se o estudo tem uma hora para começar,
também deve ter uma hora para terminar. Assim, eles administram
melhor o tempo e acabam rendendo mais. E, na possibilidade de
o tempo não ser suficiente, pode-se dar mais cinco minutos para o
fato. Não há má-vontade que não conceda cinco minutinhos.
E, uma vez entretido com o exercício, são poucas as possibilidades
de se olhar no relógio, facilitando assim o término da lição.
Também devem ser tomados cuidados com as distrações. Televisão
e telefone, lógico, devem ser deixados de lado. Música pode ser
liberada, dependendo do tipo de aluno.
Acordo de cavalheiros
- O professor também pode ajudar seu aluno ao impor-se
certas regras de tarefa de casa. Se você fizer com que esses
regulamentos sejam acordados com todos os professores, melhor. Veja:
- Passe uma quantidade de tarefa de casa semelhante todos os dias (por
exemplo, cinco exercícios curtos) assim, seus alunos saberão sempre o
que esperar e poderão se programar melhor.
- Passe menos (ou não passe) tarefa para casa às vésperas de provas
de outras disciplinas.
- Indique diferentes materiais de pesquisa: vários livros, revistas, autores.
Não há mal nenhum em permitir que, à medida que estuda, o aluno se
identifique mais com determinado autor ou estilo. É uma maneira de
despertar o prazer pela leitura.
- Se a quantidade deve permanecer mais ou menos constante, o mesmo
não vale para a forma. Varie seus exercícios. Uma série de questões
objetivas em um dia, uma pequena redação em outra. Dessa forma,
você estará verificando o aprendizado (e a qualidade de suas aulas)
de forma mais completa.







